Category: Abertura de Empresa

5 dicas para transformar o seu hobby em negócio

“Trabalhe com o que amas e nunca terás que trabalhar”. Essa frase é muito conhecida e parece um sonho,  mas a realidade é que muitos hobbies podem se transformar em negócios altamente lucrativos, sim.

 

É muito comum encontrarmos histórias de empresários bem-sucedidos que abriram as suas empresas para fazer o que amam e foram vistos até como aventureiros. Com muita paixão e dedicação provaram que é possível ter uma empresa de sucesso trabalhando com seus hobbies.

 

Se você tem uma atividade que ama fazer e acredita que pode ser um negócio lucrativo, listamos 5 dicas para você realizar esse sonho.

 

1 – Verifique a viabilidade

 

É necessário checar a viabilidade de transformar uma paixão em empresa de duas formas diferentes.

 

Primeiro, é preciso avaliar se o seu hobby pode se transformar em sua profissão ou se você gosta dessa atividade apenas porque não tem demanda, prazos e obrigação de fazer.

 

Se você pode tranquilamente transformar essa atividade em profissão, é hora de verificar a viabilidade de sua futura empresa no mercado. E nesses momentos há algumas perguntas que irão te orientar:

 

  • As pessoas compram o que a sua empresa oferece?
  • O mercado tem carência de sua atividade?
  • Como você fará para vender o seu serviço e/ou produto?

 

Essas são algumas das perguntas que você deve se fazer para visualizar quais são as oportunidades e os desafios que vai encontrar com a sua empresa.

 

2 – Planejamento

 

Após verificar que uma empresa que exerce a sua atividade é viável no mercado que vai atuar, o próximo passo é o planejamento. É necessário conhecer à fundo o mercado, o público-alvo, concorrentes e planejar como você vai se posicionar diante de tudo isso.

 

Pesquisa, análise e planejamento de ações. Há questões essenciais que você precisa levantar:

 

  • Há uma demanda do que a sua empresa oferece no mercado?
  • Quais empresas vão concorrer com você?
  • Qual será o seu diferencial diante desses concorrentes?
  • Como que você vai se apresentar no mercado?
  • Quem será seu público-alvo?
  • Como você vai chegar ao seu público-alvo?
  • Quais são os costumes de compra dessas pessoas?
  • Quanto que os seus concorrentes cobram?
  • Quanto você vai conseguir cobrar para ter um preço justo e lucro?
  • Quem será seu fornecedor?

 

E desses questionamentos vão surgindo outros e no fim todas as informações servirão de guia para as ações de sua empresa.

 

3 – Estude o seu hobby

 

Depois de checar a viabilidade e fazer o planejamento, é hora de estudar mais o seu hobby. E o que aprimorar, você já vai conseguir identificar nos dois processos anteriores.

 

Para aprimorar os pontos que necessitam de atenção, pode-se fazer cursos, conversar com pessoas que atuam na área, entre outras coisas.

 

4- Estude gestão

 

E da mesma forma que você vai estudar o seu hobby, é necessário estudar gestão. Por mais que a sua empresa comece pequena, a ideia é que ela cresça e, como empresário, é necessário saber gerenciar e administrar desde os primeiros passos.

 

5 – Escolha bem os seus parceiros

 

Durante toda a trajetória de sua empresa, até mesmo antes da abertura, você precisará escolher parceiros. Você precisará escolher fornecedores, escritório contábil e outros prestadores de serviços.

 

Leve sempre em consideração o que a empresa pode fornecer para a sua, quais são as vantagens. Escolha parceiros que agregam à sua empresa.

 

Abra a sua empresa

 

Ao ler dessas 5 dicas, você tem certeza de que é a hora transformar o seu hobby em negócio? Para isso, separamos 3 conteúdos que vão te auxiliar nesse processo.

 

  1. Dicas para ter a sua própria empresa  
  2. O que você precisa definir antes de abrir sua empresa
  3. Passos para abrir uma empresa

É fundamental conhecer bem o local que vai abrir a sua empresa e identificar todos os fatores que podem influenciar a rentabilidade dela. Com uma boa pesquisa, um plano de negócios bem elaborado e o apoio de profissionais experientes, a abertura de sua empresa será mais fácil e rápida, no caminho da rentabilidade e do crescimento dela.

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3 empresas para abrir esse ano

Saiba quais empresas estão em alta em 2018 para abrir e ter sucesso

Dados recentes demonstram uma retomada na economia brasileira. Com isso, a população volta a praticar hábitos de consumo que estavam estacionados com a crise e também cria novos costumes aprendidos em época de recessão.

O fato é que uma crise traz aprendizados ligados a formas de economizar, reaproveitar o que já tem e usar a tecnologia para facilitar ações, reduzir custos ou até criar uma forma de renda. E quando começa uma retomada, as pessoas voltam a consumir produtos ligados a saúde, bem-estar, hobbies e alimentação.

Nesse momento, algumas atividades ligadas a esses comportamentos ficam aquecidas no mercado. Saiba quais são as empresas em alta para abrir esse ano:

 

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1 – Alimentação saudável

 

Produtos orgânicos, sem glúten, sem lactose, veganos e dietéticos. O mercado voltado para a alimentação saudável e para as restrições alimentares está crescendo cada vez mais.

Quem possui restrições alimentares sempre encontrou dificuldades para achar produtos que possa consumir nas prateleiras dos supermercados. Com isso, surgiu a oportunidade de criação de lojas especializadas.

Ao mesmo tempo, as pessoas começaram a ter uma consciência maior do que estão consumindo e a procurar alternativas mais saudáveis. Agregando mais um público a esses novos empreendimentos.

Mesmo com o crescimento de lojas voltadas para a alimentação saudável nos últimos anos, ainda há um vasto mercado a se explorar. Quem procura por esses produtos específicos sente escassez de produtos e estabelecimentos.

 Saúde, beleza e bem-estar em alta  

 

Assim como as lojas de alimentos saudáveis, outros negócios que englobam a saúde, beleza e bem-estar também estão em expansão, como:

  • Academias, estúdios de treinamento funcional, crossfit e esportes em geral;
  • Clinicas de procedimentos estéticos, como depilação, massagens modeladoras, tratamentos a laser, entre outros;
  • Design de sobrancelhas e maquiagem;
  • Cosméticos em geral.

2 – Espaços de Coworking

 

Um negócio que surgiu com a crise e que está em crescimento contínuo são os espaços de Coworking, os escritórios compartilhados.

O Coworking passou a ser uma opção para quem já tinha empresa e encontrou dificuldades financeiras para se manter. E também foi a solução para quem buscou abrir uma nova empresa, mas precisava de um espaço.

Esses espaços surgiram nos grandes centros e estão crescendo por todo o país. Conforme essa opção vai se tornando conhecida, a procura por ela só aumenta..

O que se aprende com a crise e fica após ela?

 

O Coworking surge e cresce em meio a crise com o conceito de economia compartilhada, onde o dividir tem grande força.

Além do dividir, o reutilizar também ganha potência entre as dificuldades financeiras e novas oportunidades surgem, como:

  • Brechós: seja físico ou online, os brechós a cada ano ganham mais força. Hoje é possível encontrar brechós de roupas, móveis e até livros;
  • Reformas e consertos: esse setor teve um progresso e ganha cada vez mais espaço.

A economia aliada a busca pelo sustentável, devido a uma conscientização maior da população, faz com que novas possibilidades de negócio apareçam. Nesse momento, procurasse a viabilidade de reutilizar o antigo antes de adquirir o novo.

3 – Tecnologia

 

A tecnologia faz parte do nosso dia-a-dia, seja no trabalho ou nas horas de lazer. Atualmente, empresas ligadas a tecnologia ganham destaque. São tendências:

  • Drones: utilizados pelo agronegócio, industrias, cinegrafistas e outros prestadores de serviço, o drone ganhou mercado tanto no uso profissional quanto para quem o adquire para a diversão;

 

  • Aplicativos: na era dos smartphones, os aplicativos se tornaram essenciais. Bancos, jogos, ferramentas de trabalho e de comunicação, canais de notícias, viagens e muitas outras coisas estão nos aplicativos. Empresas que desenvolvem aplicativos tendem a crescer em um mercado sedente da facilidade dessas ferramentas;

 

  • Impressão 3D: há muitos anos ouvimos falar da impressão 3D, que parecia uma realidade muito distante. Hoje já é possível identificar um desenvolvimento de empresas do ramo, que trazem soluções inovadoras para o seu público.

 

O mercado tecnológico cresce, pois as pessoas cada vez mais estão em busca de facilidade nas questões rotineiras. Nessa mesma situação, há um vasto campo para os prestadores de serviços.

Vai abrir o seu negócio?

Se a empresa que deseja abrir consta nessa lista, você já viu que está em um bom caminho. Se não está listada, não desanime! Há muitas outras áreas que estão em ascensão.

O sucesso de uma empresa depende muito do planejamento feito antes de sua abertura. Planejar e conhecer o mercado que irá atuar é essencial.

E pensando em você que deseja abrir a sua própria empresa, separamos 3 conteúdos que irão te ajudar nesse caminho:

  1. Dicas para ter a sua própria empresa  
  2. O que você precisa definir antes de abrir sua empresa
  3. Passos para abrir uma empresa

É fundamental conhecer bem o local que vai abrir a sua empresa e identificar todos os fatores que podem influenciar a rentabilidade dela. Além do local físico, é primordial definir como a empresa se apresentará online. Com uma boa pesquisa, um plano de negócios bem elaborado e o apoio de profissionais experientes, a abertura de sua empresa será mais fácil e rápida, no caminho da rentabilidade e do crescimento dela.

 

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EFD-Reinf: entrega de informações começa dia 1° de maio

Mais um módulo do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED, o EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais) começa a ser implantado a partir de Maio de 2018.

 

A implantação segue o seguinte cronograma:

  • Maio de 2018: empresas que faturaram mais de 78 milhões em 2016;
  • Novembro de 2018: empresas que faturaram menos de 78 milhões em 2016;
  • Maio de 2019: órgãos públicos.

 

O eSocial – Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas – é complementado com o EFD-Reinf, com a escrituração de retenções de imposto de Renda, rendimentos pagos, Contribuição Social do contribuinte que não seja relacionada ao trabalho e informações da receita bruta para a apuração das contribuições previdenciárias.

 

O EFD-Reinf substituirá o EFD-Contribuições, módulo responsável pela apuração da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta. E em conjunto com o eSocial possibilita a substituição de obrigações como a GFIP, DIRF, RAIS e CAGED.

 

Nele são reunidas informações associadas:

  • aos serviços tomados/prestados mediante cessão de mão de obra ou empreitada;
  • às retenções na fonte (IR, CSLL, COFINS, PIS/PASEP) incidentes sobre os pagamentos diversos efetuados a pessoas físicas e jurídicas;
  • aos recursos recebidos por / repassados para associação desportiva que mantenha equipe de futebol profissional;
  • à comercialização da produção e à apuração da contribuição previdenciária substituída pelas agroindústrias e demais produtores rurais pessoa jurídica;
  • às empresas que se sujeitam à CPRB (cf. Lei 12.546/2011);
  • às entidades promotoras de evento que envolva associação desportiva que mantenha clube de futebol profissional.

 

Periodicidade do envio

A transmissão deve ser feita mensalmente, até o dia 15 do mês subsequente ao qual se refere a escrituração.

Bloco K: 6 coisas que você precisa saber

O Sistema Público de Escrituração Digital, conhecido como SPED, desde 2007 faz com que a área fiscal e contábil das empresas e dos escritórios de contabilidade se adaptem aos novos processos.

Como parte da EFD, o Bloco K, surge como versão digital do Livro de Controle de Produção e Estoque.

 

1. O que é o Bloco K?

 

Como dito anteriormente, o Bloco K é a versão digital do Livro de Controle de Produção e Estoque. Mensalmente serão prestadas informações, via arquivo EFD, sobre a produção e o consumo de insumos.

 

2. O Bloco K é obrigatório para quais estabelecimentos?

 

O Bloco K é obrigatoriedade para estabelecimentos industriais ou, para aqueles que pela legislação federal, são equiparados a indústria e estabelecimentos atacadistas.

 

3. Quais são as informações necessárias?

 

Todos os meses será necessário prestar as seguintes informações:

  • A quantidade produzida;
  • A quantidade de materiais que foi consumida;
  • A quantidade que foi produzida em terceiros;
  • A quantidade de materiais consumida na produção em terceiros;
  • As movimentações internas de estoque que não estejam diretamente relacionadas à produção;
  • Os materiais de propriedade da empresa e em seu poder;
  • Os materiais de propriedade da empresa e em poder de terceiros;
  • Os materiais de propriedade de terceiros em poder da empresa;
  • A lista de materiais de todos os produtos que são fabricados na produção própria e em terceiros.

 

4. Qual é o cronograma de implantação?

 

  • 1 de janeiro de 2018: estabelecimentos industriais com faturamento anual de 78 milhões ou mais, com CNAE de 10 a 32;
  • 1 de janeiro de 2019: demais estabelecimentos industriais com o CNAE de 462 a 469.

 

5. Qual o objetivo do Bloco K?

 

O Bloco K surge com o objetivo de diminuir a sonegação fiscal através de uma fiscalização mais rigorosa da empresa e de seus processos.

 

6. E se não cumprir a obrigação?

 

Se não cumprir as obrigações referentes ao Bloco k, a empresa fica propensa a incidência de multas. São elas:

 

  • Atraso na entrega: Para as empresas do Simples Nacional, 1% do valor do estoque com o acréscimo de 500 reais. Para as empresas dos outros regimes, o acréscimo é de 1.500 reais;
  • Informações incorretas: 3% sobre as obrigações comerciais;
  • Recolher valor menor ou não recolher: multa de 100% do valor devido e o risco de ser atuado por sonegação de impostos.

Passos para abrir uma empresa

Ter um negócio próprio é o sonho de muitos brasileiros. Mas você sabe o que é necessário para abrir uma empresa? Há um longo caminho até ter um CNPJ! Nesse artigo você vai saber tudo o que precisa para empreender e ter uma empresa.

3 fatores essenciais para o sucesso de uma empresa

Conheça quais são os fatores que determinam se uma empresa terá sucesso


Você já deve ter se perguntado o faz uma empresa ter o sucesso. É comum ver negócios do mesmo ramo e na mesma localização terem resultados totalmente diferentes, uma predomina o mercado e a outra, mesmo investindo muito, não consegue vender o suficiente para se manter. E, provavelmente, essa segunda empresa fechará as suas portas nos seus primeiros anos.

Há inúmeros fatores que podem influenciar se a instituição terá sucesso ou não. Mas o fato é que há 3 pontos essenciais para se ter bons resultados:

 

  1. Planejamento;
  2. Gestão Empresarial;
  3. Comportamento Empreendedor.

 

Os resultados de uma empresa são influenciados desde o plano antes da abertura até nas questões do dia-a-dia da companhia, quando é necessário tomar algumas decisões.

 

1 – Planejamento

 

Abrir uma empresa requer planejamento. E isso não é nenhuma novidade. Mas diante da necessidade ou da oportunidade de ter o seu próprio negócio, nem sempre tem o tempo hábil para o futuro empresário se planejar.

 

Quanto mais tempo for dedicado para o planejamento de uma empresa, mais se conhece o mercado e maiores são as chances desse negócio ter sucesso.

 

Muito se fala sobre planejamento e estudo de mercado, mas quais informações são necessárias para você fazer um bom plano e abrir a sua empresa conhecendo o mercado que irá atuar? É essencial responder aos seguintes questionamentos:

 

  • Quem serão seus concorrentes e fornecedores?
  • Quem são os seus possíveis clientes?
  • Qual é o hábito de consumo dessas pessoas que vão adquirir seus produtos ou serviços?
  • Quais necessidades seus produtos ou serviços suprem?
  • Onde é a melhor localização para o seu negócio?
  • Quanto você vai precisar investir e qual é o capital de giro necessário para manter a empresa?
  • Quanto será necessário vender para cobrir os custos e gerar lucro?
  • Qual mão-de-obra você precisa contratar e quais atividades serão de responsabilidade de cada colaborador?
  • Quais são os aspectos legais do seu negócio?
  • Como a sua empresa irá se posicionar no mercado?

 

2 – Gestão Empresarial

 

Com a empresa em funcionamento, a gestão empresarial é o principal. E nesse aspecto há 3 itens que são considerados chave para que a empresa sobreviva aos seus primeiros anos e permaneça no mercado de forma prospera.

 

  1. Empresários que possuem experiência ou conhecimento no ramo que atuam permanecem por mais tempo no mercado;
  2. Empresas que aperfeiçoam produtos ou serviços com mais frequência, seja implantando tecnologias, inovando processos ou investindo em capacitação, sobrevivem por mais tempo;
  3. Instituições de sucesso se posicionam estrategicamente com produtos ou serviços diferenciados.

 

Em resumo, é necessário experiência, inovação e posicionamento estratégico. Uma empresa que possui essas características tem um futuro promissor.

 

3 – Comportamento empreendedor

 

Outro fator essencial para uma empresa abrir e permanecer no mercado com bons resultados é o comportamento empreendedor. Quem está a frente de uma empresa precisa ter algumas caraterísticas. Nós já listamos as 6 caracteristicas de um empreendedor de sucesso aqui no nosso blog

 

Mas há 3 comportamentos do empreendedor diante de algumas situações, que determinam o sucesso da empresa.

 

  1. Se antecipar aos fatos;
  2. Ter metas e um plano de ações definido;
  3. Ter e fazer contato com outras empresas.

 

Esses três comportamentos, além de manter a equipe mais focada e motivada, também proporciona a empresa um domínio do mercado. Prever as situações e oportunidades, ter objetivos e saber como alcança-los, possuir um bom relacionamento com outras empresas, é um caminho certo para ter resultados positivos.

 

A receita para o sucesso

 

Então juntando todos esses fatores nós temos a receita para o sucesso de uma empresa? A resposta é muito relativa! Mas ter esses elementos já é um bom passo.

 

Alinhando um bom planejamento antes da abertura com uma boa gestão após, a sua empresa caminhará para a rentabilidade e para o crescimento contínuo.

Dicas para ter a sua própria empresa

Ser dono do seu próprio negócio é o sonho de muitos brasileiros. Mas você sabe o que precisa avaliar na hora de tirar a sua ideia do papel?

3 razões para terceirizar o seu financeiro

O jeito de fazer negócios mudou! Isso ninguém pode negar. Apesar de estarmos em meio a uma enorme mudança para a maior parte dos ramos empresariais, já podemos fazer essa afirmativa. Dificilmente a empresa que não se adaptar ao “novo jeito” irá sobreviver por muito tempo.

Muitos são os fatores que influenciam essa mudança: o mundo ter se tornado mais digital, as recentes mudanças trabalhistas, o mercado mais competitivo e a instabilidade financeira fazendo procurar formas mais econômicas de se manter.

E tudo isso faz com que algumas práticas ganhem espaço no mercado, com muitos benefícios para as empresas. E uma delas é a terceirização do setor financeiro.

 

Terceirização do setor financeiro

A área financeira da empresa demanda um time de profissionais para cuidar das diversas tarefas desse setor. O que acarreta um custo com colaboradores e tempo para gerenciá-los.

E se a empresa tem uma estrutura um pouco menor, não consegue ter um time para cuidar apenas do financeiro. O que faz passar as atividades para algum colaborador de outra área, perdendo produtividade e tempo.

A terceirização do setor financeiro surge com a necessidade de a empresa ter profissionais especializados cuidando de sua instituição, com um ótimo custo-benefício e sem destinar tempo para gerenciar essa área.

 

As razões para terceirizar o financeiro

A terceirização desse setor proporciona inúmeros de benefícios para a empresa. Mas há 3 grandes vantagens que são 3 razões para terceirizar o seu financeiro.

 

1- Redução de custos operacionais

Quando se fala em redução de custos ao terceirizar serviços, não é porque a empresa que será destinado o trabalho vai cobrar um valor extremamente baixo, não é isso. A redução de custos se dá em relação ao valor para manter uma estrutura e equipe especializada dentro de sua empresa. Para manter um time dentro de sua instituição seria necessário, espaço físico, sistemas, móveis, computadores e a manutenção de cada item desse. E também os custos ligados aos colaboradores, como salários, benefícios, encargos, entre outros.

 

2- Especialistas cuidando das operações:

Não há nada melhor que especialistas cuidando das operações de sua empresa. Pessoas que conhecem as operações, se atualizam constantemente e diariamente tem contato com diversas situações que envolvem o setor, com certeza cuidarão com eficiência de sua empresa.

 

3- Foco na atividade da empresa:

Você tem especialistas cuidando do setor financeiro de sua empresa. Não precisa destinar tempo para gerenciar essa área de perto. Com certeza, você terá mais tempo para cuidar da atividade principal de sua empresa, identificar oportunidades, ameaças e focar no resultado de sua empresa.

 

Além desses 3 grandes benefícios, há muitos outros que você pode ler no nosso eBook “Gestão Financeira Terceirizada”. Lá você pode ler sobre o que é a terceirização do setor financeiro, como é feita e os benefícios da integração financeira e contábil, a maneira que a tecnologia é utilizada como ferramenta nos processos financeiros e até tem dicas do que avaliar em uma empresa para destinar a ela o seu setor.

 

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Gestão financeira com a GSi Contabilidade

Com profissionais altamente qualificados, a GSi Brasil Soluções em Contabilidade, trabalha dentro dos princípios nacionais e internacionais, conduzindo os processos contábeis e financeiros de forma clara e ágil, determinando a rentabilidade dos negócios e controlando os custos em diversos níveis.

Dessa forma, as informações contábeis e financeiras são utilizadas por nossos clientes como ferramenta de gerenciamento, facilitando a tomada de decisões e proporcionando a maximização dos resultados.

 

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O que você precisa definir antes de abrir sua empresa

Conheça quais são os pontos principais para abrir seu próprio negócio 


Se você já está perto de realizar o sonho de ser dono do seu próprio negócio, deve estar a procura de saber quais são os principais pontos para ter o CNPJ e todas as licenças necessárias para a sua empresa poder funcionar.

Mas antes de tudo há alguns pontos que você precisa dar atenção para fazer a abertura de seu empreendimento.

 

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Defina o que será a sua empresa

 

Uma das primeiras etapas para abrir uma empresa é definir qual será o tamanho dela, qual é o seu Capital Social, se vai ser uma empresa individual ou se você terá sócios e quais serão as participações de cada um. São alguns detalhes que a ajuda de um contador vai deixar o processo mais rápido e seguro.

 

Capital Social da empresa

 

O Capital Social é a quantia bruta investida para iniciar as atividades de seu negócio, levando em consideração o tempo em que ela não vai lucrar o suficiente para se sustentar. Esse valor é estabelecido pelos sócios ou acionistas no momento da abertura.

 

Tipos de empresa mais comuns

Empresas individuais

 

  • Empresário Individual: registro é feito com o Requerimento de Empresário, que exerce atividade empresarial em nome próprio. O Capital Social sugerido é de R$10.000,00;
  • EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada): como o próprio nome diz, a EIRELI é constituída por apenas um proprietário. O Capital Social mínimo para esse tipo de empresa é de 100 salários mínimos com comprovação de renda. E o seu registro é feito com Contrato Social.

Sociedades

 

  • Sociedade Limitada:  é constituida por dois ou mais sócios., com o Capital Social sugerido de R$20.000,00. Ela também é registrada por Contrato Social e a sua Razão Social deve ter a sua atividade principal;
  • Sociedade por ações:  essa empresa são caracterizadas por ter o Capital Financeiro dividido por ações, podendo ter o seu Capital Fechado ou Aberto. Já nesse tipo de sociedade, o registro é feito com Ata de Assembleia.

 

Procure ajuda de um profissional experiente para abrir sua empresa

 

O processo de abertura de uma empresa requer atenção a detalhes importantes. A ajuda de um contador experiente esse passo mais seguro, rápido e fácil. Além do profissional te orientar quais são as escolhas mais assertivas para você abrir sua empresa.  

 

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eSocial: implantação para todas as empresas com funcionários

Com a implantação já em andamento para as grandes empresas, o eSocial agora é obrigatório 
para as demais empresas com funcionários, inclusive MEI

Já estamos quase no meio do ano de 2018 e cada vez mais perto da implantação do eSocial para as empresas que faturaram menos que 78 milhões no ano de 2016.  A implantação foi dividida em 5 fases que vai até janeiro de 2019. A primeira etapa, as empresas têm até dia 01 de julho de 2018 para aderir. Você pode conhecer cada etapa, neste artigo da GSi Contabilidade.

O eSocial é a forma unificada de cumprir obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias, integrando o Ministério do Trabalho, Caixa Econômica, Secretaria de Previdência, INSS e Receita Federal.

Essa integração faz com que os processos sejam organizados e haja uma redução de custos e de tempo gasto no setor de pessoal. Mas isso é depois que o programa estiver implantado nas empresas. Durante a sua implantação, o eSocial requer tempo, investimento, atenção nos prazos e, principalmente, adaptação às novas rotinas.

Com o eSocial, a informação precisa ser passada de forma ágil e correta. Aquele famoso “jeitinho” praticado por muitas instituições, se torna impossível. Pois junto com essa nova forma de enviar os dados, está um monitoramento contínuo das empresas, permitindo a fiscalização, a auditoria e a autuação eletrônica.

 

O que é necessário adequar para o eSocial?

  • Atualização de dados: um ponto principal e inicial é a verificação e a atualização dos dados cadastrais dos colaboradores. Qualquer divergência deverá ser corrigida.
  • Padronização de códigos: o Código Brasileiro de Ocupação – CBO- de cada colaborador precisa ser verificado se corresponde ao atualizado pelo IBGE.
  • Formatos de arquivo: os arquivos serão gerados em XML, as antigas declarações e formulários serão extintos.
  • Periodicidade e prazos: alguns eventos, como a admissão e demissão, deverão ser informados assim que ocorre. Já as informações referentes ao Seguro Social e a Folha de Pagamento, deverão ser enviadas mensalmente.

 

E se não cumprir os prazos do eSocial?

Como o eSocial permite uma fiscalização maior dos dados e um monitoramento contínuo das informações. O não cumprimento de prazos e obrigações acarreta multas e penalizações. Seguem exemplos em casa de atraso ou falta de entrega das informações:

  • Admissão (por empregado): de R$402,53 a R$805,06;
  • Alteração de dados cadastrais ou contratuais: de R$201,27 a R$402,54;
  • Atestado de saúde ocupacional: de R$402,53 a R$4.025,33;
  • Emissão de CAT: de R$724,00 a R$4.390,24.

 

Por onde começar?

A primeira fase da implantação é destinada a qualificação cadastral da empresa e a revisão de tabelas. Nesse momento é necessário revisar e enviar ao sistema as seguintes informações:

  • Estabelecimentos e CNAEs;
  • Cargos e CBOs;
  • Horários e turnos;
  • Rubricas e incidências;

 

Se a empresa possui uma equipe interna que cuida do Departamento Pessoal, o ideal é criar comitês com responsáveis por cada atividade, com a finalidade de fazer todas as atualizações dentro do prazo estabelecido.

Já se esse setor tem parte destinada a uma empresa terceirizada, é necessário que as duas empresas trabalhem em conjunto. Acompanhe como a implantação do eSocial está caminhando e atenda os pedidos de dados e documentos que a terceirizada solicitar o mais breve possível. Assim é possível fazer diagnósticos antes do prazo e enviar todas as informações corretas.