A sua empresa está preparada para o eSocial?

Com 50% dos empregados cadastrados, o eSocial provoca mudanças na rotina das empresas 

 

Empresas optantes pelo Simples Nacional têm até dia 09 de abril de 2019 para se cadastrar ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas  – eSocial.

Essas empresas pertencem ao Grupo 3 da Implantação, que foi dividida em 4 grupos e faseada em 5 etapas. Os grupos anteriores já estão cumprindo a terceira fase da implantação, enviando eventos periódicos ao sistema.

Imagem oficial – Divulgada no portal do eSocial

Com toda a implantação em andamento, cerca de 50% dos trabalhadores brasileiros estão cadastrados no eSocial. A estimativa era que 70% do empregados estivessem cadastrados no sistema a essa altura.

O fato é que o eSocial muda a rotina tanto dos profissionais de RH quanto das empresas brasileiras de forma geral. Alguns processos ligados a informações pertinentes aos colaboradores precisam ser modificados.

Veja alguns exemplos:

  • Admissão : As admissões devem ser informadas até o dia anterior a contratação dos funcionários.
  • Demissão: Em caso de desligamento com aviso prévio indenizado, a empresa tem até 10 dias após a rescisão para informar. Já quando o aviso prévio cumprido pelo empregado, a informação deve ser feita até um dia após a ocorrência.
  • Alterações salariais: devem ser informadas até o dia posterior a ocorrência e antes do envio de dados seguintes da remuneração do trabalhador.
  • Jornada de trabalho: deve ser cadastrada juntamente com a função e salário do empregado. Qualquer alteração deve ser informada no momento da ocorrência;

Além disso, há outras obrigatoriedades e algumas delas chegam até aos trabalhadores. Por exemplo, todos dependentes dos colaboradores devem ter o CPF cadastrado no sistema. Para isso, é necessário que eles providenciem o documento e informe para a empresa.

Se as obrigatoriedades não forem cumpridas?

O não cumprimento dos prazos e obrigatoriedades acarretará multas para a empresa. As penalidades variam de acordo com a cada ocorrência e, na maior parte das vezes, pode dobrar o valor em caso de reincidência.

Como adequar a minha rotina ao eSocial?

 

O eSocial unifica obrigações e cruza informações. Com isso, é necessário adequar a rotina para evitar perder prazos. Para isso, é essencial:

 

  • tenha uma comunicação ativa entre empresa e os responsáveis pelo Departamento  Pessoal, seja ele interno ou terceirizado;
  • replique a comunicação para os seus colaboradores, eles também precisam ter prazos para providenciar documentos e informações;
  • crie processos da admissão até a demissão com base nos novos prazos;
  • esteja com os seus processos sempre um passo à frente do faseamento da implantação.  

 

Assim a sua empresa empresa vai cumprir todos os processos de acordo com a obrigatoriedade e com maior segurança.

Conheça o eSocial

O eSocial foi instituído com o Decreto 8.373/14. O sistema traz uma nova forma, unificada, de apresentar informações Trabalhistas, Fiscais e Previdenciárias.  Ao todo, são mais de 40 tipos de arquivos com informações detalhadas que unificam 15 obrigações, são elas:

 

  • GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social;
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT;
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais;
  • LRE – Livro de Registro de Empregados;
  • CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho;
  • CD – Comunicação de Dispensa;
  • CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social;
  • PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário;
  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte;
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais;
  • QHT – Quadro de Horário de Trabalho;
  • MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais;
  • Folha de pagamento;
  • GRF – Guia de Recolhimento do FGTS;
  • GPS – Guia da Previdência Social.

 

 

Conheça 3 mitos sobre o Lucro Real

Lucro Real: um bicho de sete cabeças! Essa é a impressão que muitos empresários têm desse regime tributário. Os adjetivos dados a ele pelos donos de empresa são diversos: burocrático, complicado e até arriscado.

 

Mas calma, não é bem assim. O Lucro Real, por calcular a tributação com base no lucro líquido da empresa no período, os controles precisam ser eficazes. Mas em contrapartida, a carga tributária em alguns casos, pode ser bem menor.

 

Por isso, separamos as frases mais comuns de ouvir de empresários sobre o Lucro Real e que são mitos sobre o regime tributário.

 

1 – “O Lucro real exige muitos controles que a minha empresa não tem”

 

Como citamos anteriormente, o Lucro Real exigem controles eficazes. Mas esses mesmos controles são de extrema importância para optantes pelo Simples Nacional e pelo Lucro Presumido.

 

Em um mercado cada vez mais competitivo, é essencial que as instituições tenham esses controles para ter uma gestão voltada ao crescimento. E com tanta tecnologia e sistemas que podem integrar a sua empresa com a contabilidade, controle não deve ser um empecilho.

 

2 – “Minha empresa vai ficar exposta”

 

Essa é uma das frases mais faladas pelos gestores das empresas. A notícia é que a sua empresa, independente de ser optante do Lucro Real ou não, já está exposta a fiscalização.

 

Com a automatização de alguns processos e com a implantação dos SPEDs, todas as empresas estão expostas ao fisco.

 

3 – “Uma antiga assessoria disse que o Lucro Presumido é mais vantajoso”

 

As coisas mudam e as operações da sua empresa podem mudar de um ano para outro. Por isso, é essencial fazer um estudo tributário periodicamente para a sua instituição.

 

Se o Lucro Presumido foi apontado como o mais vantajoso, mas mesmo assim você sente que a carga tributária está muito pesada, algumas coisas precisam ser revistas na sua instituição, seja na gestão, na operação ou até mesmo o regime tributário.

 

Quero conhecer mais sobre o Lucro Real

 

Quer conhecer um pouco mais sobre esse regime tributário? Separamos para você o artigo: 5 vantagens do Lucro Real que você precisa conhecer.

 

A GSi Contabilidade

Tomar decisões relativas a empresa, em alguns momentos, podem parecer uma tarefa difícil.  Mas a contabilidade de sua instituição pode ser usada como ferramenta de gerenciamento, essencial para o controle e a tomada de decisões.

Com profissionais altamente qualificados, a GSi Brasil Soluções em Contabilidade, trabalha dentro dos princípios nacionais e internacionais, conduzindo os processos contábeis de forma clara e ágil, determinando a rentabilidade dos negócios e controlando os custos em diversos níveis.

A GSi Brasil trabalha pela maximização de resultados de seus clientes e para que as informações contábeis sirvam de suporte na tomada de decisões gerenciais

 

Lucro Real x Lucro Presumido: Qual o melhor para a minha empresa?

Com a chegada de um novo ano, é comum repensar sobre algumas questões ligadas a empresa, ainda mais quando a sensação é que se teve muitos gastos ou que se pagou muitas taxas e impostos no ano anterior.

 

O final do ano é o momento ideal para analisar diversos aspectos. Mas há inúmeros aspectos que podem ainda ser analisados no início do ano, um deles é sobre o regime tributário de sua empresa.

 

Regimes tributários

O enquadramento no regime tributário correto pode impactar positivamente na saúde financeira da empresa. Por outro lado, a escolha do regime tributário pode se tornar onerosa para a instituição.   

 

No brasil, os regimes tributários são: Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real e o Lucro Arbitrado. Cada um deles possui uma série de características, como obrigatoriedades e restrições de empresas que podem aderir.

 

O Simples Nacional é mais conhecido pelos empresários, visto como o regime tributário mais “vantajoso” para a empresa. Já o Lucro Presumido e o Lucro Real, são vistos como regimes mais complexos ou burocráticos, o que não é verídico.  Conheça as particularidades desses dois regimes:

 

  • Lucro Presumido: empresas que faturam até 78 milhões ao ano e não exerçam atividades que obrigam a opção pelo Lucro Real. O nome se dá, pois a margem de lucro utilizada para a base de cálculo da apuração do IRPJ e da CSLL, é presumida pela legislação de acordo com a atividade da empresa.

Essas margens de lucro variam de 8% a 32%, para atividades de cunho comercial e prestação de serviços, respectivamente.

Veja na tabela abaixo:

 

Atividade Exercida
1,6% Revenda de combustível e gás natural
8% Transporte de cargas
8% Atividades imobiliárias
8% Industrialização para terceiros com recebimento do material
8% Demais atividades não especificadas que não sejam de serviço
16% Transporte que não seja de carga e serviços em geral
32% Serviços profissionais que exijam formação técnica ou acadêmica – como advocacia e engenharia
32% Intermediação de negócios
32% Administração de bens móveis ou imóveis, locação ou cessão desses mesmos bens
32% Construção civil e serviços em geral

 

  • Lucro Real:  é obrigatório para empresas que faturam mais de 78 milhões ao ano, que tiveram lucros ou rendimentos no exterior ou que exercem atividades que obrigam a opção pelo Lucro Real, como bancos.

O nome se refere a tributação ser calculada sobre o lucro líquido do período, levando em consideração todos os valores e compensações permitidas por lei.

Então, para fazer a apuração do IRPJ e da CSLL, é preciso saber qual é o lucro exato que a empresa teve. Assim, os valores podem ser altos se a empresa teve um lucro maior ou a empresa fica dispensada de pagamento se for apurado prejuízo no período.

Além disso, há crédito que são admissíveis na apuração de PIS e COFINS. Leia o nosso artigo: Lucro Real e suas vantagens: créditos de PIS e COFINS

 

Qual é o mais vantajoso para a minha empresa?

Com as informações, partindo da ideia que se a empresa lucrar menos do que o estipulado no Lucro presumido, quando estiver enquadrada no Lucro real, pagará menos impostos e se lucrar mais, pagará mais impostos.

 

Mas essa é uma afirmação equivocada! Pois o Lucro Real permite uma série de créditos e deduções que podem fazer com que mesmo que a empresa tenha uma maior faixa de lucro, o imposto seja menos oneroso.

 

Então o lucro real é mais vantajoso? Isso depende das particularidades de cada empresa e para saber qual é realmente vantajoso para a sua instituição, o ideal é fazer uma análise tributária comparativa dos regimes.

 

A opção por um deles pode ser feita até março, quando ocorre o pagamento do primeiro DARF do ano.

 

A GSi Contabilidade

 

Tomar decisões relativas a empresa, em alguns momentos, podem parecer uma tarefa difícil.  Mas a contabilidade de sua instituição pode ser usada como ferramenta de gerenciamento, essencial para o controle e a tomada de decisões.

Com profissionais altamente qualificados, a GSi Brasil Soluções em Contabilidade, trabalha dentro dos princípios nacionais e internacionais, conduzindo os processos contábeis de forma clara e ágil, determinando a rentabilidade dos negócios e controlando os custos em diversos níveis.

A GSi Brasil trabalha pela maximização de resultados de seus clientes e para que as informações contábeis sirvam de suporte na tomada de decisões gerenciais

Tudo que você precisa saber para abrir uma empresa

Ter a própria empresa é o sonho de muitos brasileiros. Mas para alguns, devido aos processos burocráticos, as dificuldades começam na hora da abertura da empresa. E pensando nisso, preparamos nesse artigo tudo que você precisa saber para abrir a sua empresa de forma fácil e no caminho certo para o sucesso.

Viabilidade e planejamento: Primeiro Passo

 

Sempre batemos na tecla que planejamento é a palavra-chave, ainda mais quando se trata de abertura de empresa.

 

Com o planejamento é possível identificar os desafios e as oportunidades que vai encontrar no mercado. Assim como entender quem é o seu público-alvo, quais as necessidades dele, como chegará até seus potenciais clientes e muitos outros pontos essenciais para a sua empresa.

 

Além disso, com o planejamento é possível checar se a ideia é viável para se tornar um negócio lucrativo. Para isso, é necessário elaborar um plano de negócios.

 

Baixe o passo-a-passo para elaborar um plano de negócios.

 

A abertura de sua empresa

 

Após elaborar o plano de negócios e se preparar para entrar no mercado, é a hora de fazer o processo de abertura de sua empresa. Esse processo tem algumas etapas e necessita do auxílio de um contador.

 

Elaboração do Contrato Social

 

Toda a etapa vista como mais “burocrática” da abertura da empresa começa com a elaboração do Contrato Social. Nele é preciso definir o Capital Social da empresa, a participação de cada sócio, as atividades da instituição, o modelo tributário, entre outras coisas.

 

Registros e inscrições

 

Depois da elaboração do Contrato Social, são feitos todos os registros e inscrições pertinentes a empresa e a sua atividade.

 

Você pode ler saber mais sobre todo o processo de abertura de empresa:

 

  1. Dicas para ter a sua própria empresa  
  2. O que você precisa definir antes de abrir sua empresa
  3. Passos para abrir uma empresa

 

Procure um profissional experiente abrir sua empresa

 

O processo de abertura de uma empresa requer atenção a detalhes importantes. A ajuda de um contador experiente torna esse passo mais seguro, rápido e fácil. Além do profissional poder te orientar quais são as escolhas mais assertivas.

 

A importância de um planejamento tributário para sua empresa

rawpixel-670711-unsplashAssim como o planejamento financeiro e de marketing, o planejamento tributário também faz parte da gestão empresarial. Isso porque os compromissos fiscais que incidem sobre as empresas de todos os portes são complexos, acarretando por muitas vezes despesas onerosas e preocupação com possíveis multas.

É muito comum ouvir que a carga tributária é muito grande. E parte disso é porque muitos empresários não conhecem as condições fiscais e regras, pagando mais do que deveriam.

 

Um bom planejamento tributário pode fazer com que a sua empresa economize com os tributos e fique com os impostos em dia. O que pode contribuir para os resultados da sua instituição no próximo ano.

 

O planejamento tributário

 

O planejamento tributário estuda formas legais de reduzir os gastos com impostos, faz a gestão dos compromissos fiscais da organização e organiza os pagamentos de tributos.  

 

E todo esse trabalho pode ser feito de duas formas distintas:

 

  • Operacional: acompanha a rotina referente ao pagamento de impostos, fazendo uma análise constante da situação fiscal. Tem que ser inserido como ferramenta básica de administração da empresa.
  • Estratégico: traça as melhores formas de cumprir os deveres fiscais. O que inclui encontrar o regime tributário que melhor se enquadra com o negócio.

O ideal é que o planejamento tributário estratégico seja feito antes do operacional. E os dos

devem estar bem alinhados entre a contabilidade, os empresários e os gestores da instituição.

Os benefícios do Planejamento Tributário

O principal benefícios do Planejamento Tributário é a redução de gastos com impostos. O que pode ser feito de maneiras diferentes:

  • Reduzindo taxas;
  • diminuindo a incidência de impostos;
  • prolongando o prazo de pagamento do tributos.

 

E essa diminuição de gastos aumenta o lucro da instituição, permite maior investimento para ampliar os negócios, dá uma flexibilidade no preço de venda, fazendo com que você consiga se destacar diante dos seus concorrentes.

Faça o seu planejamento

 

O Planejamento Tributário é um ponto essencial para os resultados da empresa, onde a contabilidade e os gestores devem estar alinhados.  

Na GSi, disponibilizamos especialistas em assuntos de natureza fiscal. Por meio de análises e estudos elaborados, nossos clientes conseguem reduzir custos fiscais, permitindo um melhor posicionamento na formação de preço, bem como maior rentabilidade no mercado em que atuam.

 

Rota 2030: novo regime tributário automotivo

No último dia 8, durante a abertura do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, o Presidente Michel Temer assinou o decreto que regulamenta o novo regime tributário automotivo, o Rota 2030.

O Rota 2030 baseia-se em incentivos fiscais e substitui o Inovar-Auto, que vigorou entre os anos de 2013 e 2017. O novo regime era esperado pelo setor desde o início do ano e tem o objetivo de modernizar a frota brasileira e atender às exigências internacionais que o modelo anterior não abrangia.

Principais pontos do Rota 2030

  • Duração: 15 anos – dividido em 3 etapas de 5 anos cada;
  • Vigência: A redução do IPI de carros híbridos e elétricos passa a valer em 2018 e o benefício fiscal apenas em 2019;
  • Requisitos: investimento mínimo pela montadora em P&D de 5 bilhões por ano;
  • Benefício fiscal: 10,2% dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento poderão ser devolvidos via créditos tributários;
  • Créditos: serão abatidos apenas de IRPJ e CSLL;
  • IPI: cairá de 25% (teto atual) para algo de 7% a 20% para os veículos híbridos e elétricos. Já os outros veículos  poderão ter redução de imposto de 1 a 2% se cumprirem metas de eficiência energética e segurança, a partir de 2023.
  • Eficiência energética: a meta é uma redução de emissão em 11% até 2022;
  • Penalizações: empresas que descumprirem os requisitos do programa poderão pagar multa de 2% sobre o faturamento apurado no mês anterior ao da infração.


Benefícios para o consumidor

O consumidor terá maior segurança e eficiência energética em seus novos veículos. Além de encontrar uma etiquetagem veicular mais clara sobre o consumo e os equipamentos instalados no veículo.

5 razões para elaborar um Plano de Negócios

Onde você deseja estar daqui a um, três e cinco anos? Provavelmente, nos três prazos você deseja alcançar objetivos diferente. Saber em que lugar quer estar é essencial, mas ter o direcionamento de como chegar e o que vai encontrar no caminho faz toda diferença para ter ações mais assertivas.

 

Planejamento é a palavra! Ainda mais quando o assunto é negócio. Principalmente em um país que seis a cada dez empresas fecham antes de completar os seus primeiros 5 anos.

 

O fato é que elaborar um Plano de Negócios é uma etapa primordial quando deseja abrir ou ampliar as operações de uma empresa. Por isso, listamos 5 razões para elaborar um Plano de Negócios

1 – Entender o mercado

 

Em todas as áreas, entender o mercado que atua é fundamental. Conhecendo os concorrentes, os clientes e fornecedores, proporciona um norte para a sua empresa.

 

2 – Identificar desafios e oportunidades

 

Ao analisar o mercado e os concorrentes, é possível identificar todos os desafios a enfrentar e as oportunidades. Dessa forma, pode-se traçar como se posicionar.

 

3 – A idéia versus a viabilidade

 

Abrir uma empresa ou ampliar os negócios é um grande passo. Por isso, muitas vezes surge a pergunta: minha ideia é realmente boa? O Plano de Negócios responde esse questionamento e com ele é possível verificar a viabilidade da ideia.

 

4 – Se preparar para os diversos cenários

 

A sua empresa pode encontrar os diversos cenários no mercado, os mais favoráveis e os desafiadores. No Plano de Negócios, ao pensar nesses diversos cenários, são traçadas ações que devem ser feitas em cada situação. Assim, é possível se preparar e trabalhar habilidades que serão exigidas nessas circunstâncias.

 

5 – Saber se diferenciar

 

Com todas as análises, a forma de como vai se diferenciar no mercado fica evidente. Assim, pode-se traçar estratégias mais assertivas.

 

Elabore o seu Plano de Negócios

 

Após conhecer 5 das diversas razões para elaborar um Plano de Negócios, está decidido a fazer o seu? Para te ajudar nessa etapa, preparamos o e-book: Plano de Negócio: O guia prático para elaborar o seu.

 

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4 dicas para definir o orçamento anual de sua empresa

Com a aproximação do final do ano, muitos empresários começam a se preocupar com o planejamento financeiro do próximo período. Traçar os próximos passos faz com que os gestores tenham uma percepção mais assertiva da realidade financeira da instituição, que estipulem metas, objetivos e desenhem um caminho para seguir.

Exatamente entre os meses de Outubro e Novembro é a época ideal para planejar o orçamento anual. Por isso, separamos 4 dicas para você montar o seu.

1 – Alinhe com os objetivos a longo prazo

Antes de tudo é necessário relembrar os seus objetivos de médio a longo prazo. Onde você deseja que sua empresa esteja daqui a 5 anos? E daqui a 3 anos?

Pensando nesses prazos, é necessário alinhar qual é o papel do próximo ano no seu negócio. Assim, é possível detectar a quantia que precisará investir e definir o papel de cada setor no plano.  

2 – Pense nos imprevistos

Imprevistos acontecem dentro e fora da sua empresa. E eles podem afetar e muito o seu planejamento. Muitas coisas não são previsíveis, mas desenhando vários cenários, com oportunidades e dificuldades, todo o plano será mais efetivo.

Pense algumas situações:

  • Se tudo ocorrer como planejado, qual é a sua expectativa de receita e quais serão seus gastos?
  • Se cair muito as suas vendas ou perder grandes clientes, qual é o faturamento que precisa para cobrir as suas despesas?
  • Se houver um aumento significativo na demanda, o que você precisará investir?

Dessa forma, diante de qualquer adversidade a sua empresa estará preparada e as suas tomadas de decisão serão mais assertivas.

3 – Avalie o ano que está terminando

Além de pensar para onde o seu negócio pretende ir, é imprescindível olhar pelo retrovisor o caminho que percorreu esse ano e até o anterior.

Isso faz com que você entenda as oscilações do seu mercado e crie estratégias para otimizar o seu orçamento no próximo ano.  

4 – Defina metas para cada área

É necessário definir o papel de cada setor no plano, mas também é primordial traçar metas para cada área. Só assim é possível verificar o andamento do planejamento durante o período.

O acompanhamento é essencial e com ele ações de correção poderão ser feitas.

Faça o planejamento do orçamento anual de sua empresa

Com o planejamento do orçamento anual, você terá uma estimativa da receita, da despesa e também da rentabilidade de sua empresa no próximo ano.

E para que ele dê certo, nós temos uma dica extra: compartilhe com a sua equipe. Assim, envolvendo as pessoas que vão trabalhar com o seu plano, você terá maior comprometimento de todos.

Novas mudanças no cronograma de implantação do eSocial

Cronograma teve alterações na data de início para empresas do Simples, incluindo MEI, e para o setor público

Na última sexta-feira, dia 05, o Comitê do eSocial publicou a Resolução CDES nº 05 no DOU, definindo novos prazos para fazer o envio de eventos no programa. A nova norma atende solicitações de entidades representativas dos contribuintes e têm o objetivo de deixar o processo de implantação do sistema mais aperfeiçoado.

Um diagnóstico com as dificuldades enfrentadas pelas empresas para ajustar os processos e sistemas com o novo modelo de informar os dados, foi feito após a conclusão da primeira etapa, que envolveu 13.115 empresas, pertencentes ao primeiro grupo.

Veja como fica o cronograma:

Evento 1º Grupo 2º Grupo 3º Grupo 3º Grupo
Tabela 08/01/2018 16/07/2018 10/01/2019 01/2020
Não-periódico 01/03/2018 10/10/2018 10/04/2019 Resolução a  ser publicada
Periódicos 08/05/2019 10/01/2019 10/07/2019 Resolução a  ser publicada
Substituição GFIP –  CP 08/2018 04/2019 10/2019 Resolução a  ser publicada
Substituição GFIP – FGTS 11/2018 04/2019 20/2019 Resolução a  ser publicada
SST 07/2019 01/2020 07/2020 01/2021

Os grupos são definidos pelo faturamento no ano de 2016, pelo regime tributário, entre outras classificações. São eles:

  • 1º GRUPO – entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78.000.000,00;
  • 2º GRUPO – entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 de até R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões) e que não sejam optantes pelo SIMPLES;
  • 3º GRUPO – empregadores optantes pelo Simples Nacional, empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF e entidades sem fins lucrativos
  • 4º GRUPO – entes públicos e organizações internacionais:

 

O eSocial

 

O eSocial foi instituído com o Decreto 8.373/14. O sistema traz uma nova forma, unificada, de apresentar informações Trabalhistas, Fiscais e Previdenciárias.  Ao todo, são mais de 40 tipos de arquivos com informações detalhadas que unificam 15 obrigações, que são:

  • GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social;
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT;
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais;
  • LRE – Livro de Registro de Empregados;
  • CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho;
  • CD – Comunicação de Dispensa;
  • CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social;
  • PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário;
  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte;
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais;
  • QHT – Quadro de Horário de Trabalho;
  • MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais;
  • Folha de pagamento;
  • GRF – Guia de Recolhimento do FGTS;
  • GPS – Guia da Previdência Social.

 

Mudanças com o eSocial

 

Devido a unificação das obrigações e ao cruzamento de dados, o eSocial identifica mais facilmente informações desencontradas. Com isso, as empresas precisam adaptar a rotina para comunicar as ocorrências, em relação aos colaboradores, no prazo correto.

Veja alguns exemplos:

  • Admissão : As admissões devem ser informadas até o dia anterior a contratação dos funcionários.
  • Demissão: Em caso de desligamento com aviso prévio indenizado, a empresa tem até 10 dias após a rescisão para informar. Já quando o aviso prévio cumprido pelo empregado, a informação deve ser feita até um dia após a ocorrência.
  • Alterações salariais: devem ser informadas até o dia posterior a ocorrência e antes do envio de dados seguintes da remuneração do trabalhador.
  • Jornada de trabalho: deve ser cadastrada juntamente com a função e salário do empregado. Qualquer alteração deve ser informada no momento da ocorrência.

 

A sua empresa está preparada para o eSocial?

 

Com todas as mudanças que o eSocial traz para os empregadores, a pergunta que fica é: a sua empresa está preparada para o eSocial? O fato é que nesse momento de implantação do eSocial e da mudança de rotina dos profissionais de Recursos Humanos das empresas, as instituições devem estar alinhadas com a contabilidade.

Também, é de extrema importância que as empresas forneçam aos seus colaboradores a participação em cursos e palestras sobre o tema.

 

Tudo o que você precisa saber sobre contabilidade digital

Com os avanços tecnológicos, muitas tarefas diárias das empresas se modificaram. Não é mais necessário ir até o banco para pagar uma conta ou depositar o pagamento dos funcionários. As inúmeras ligações ao dia se transformaram em e-mails e, recentemente, em mensagens no WhatsApp.

 

As tecnologias chegam ao mundo empresarial para otimizar o tempo e proporcionar mais segurança nas tarefas diárias. E com a contabilidade não seria diferente, novas tecnologias surgiram para, além de outros benefícios, dar mais segurança para os empresários.

 

Com isso, surgiu o termo contabilidade digital, que você já deve ter ouvido por algumas vezes. Veja tudo que você precisa saber sobre contabilidade digital.

 

Como é feita a contabilidade digital?

 

Muito se engana quem acha que a contabilidade digital é feita por automação do dados, sem a intervenção humana.

 

A contabilidade digital utiliza ferramentas online, como os sistemas ERP, que integram a empresa com o escritório contábil. Assim, as informações são trocadas de forma mais ágil e com muita segurança.

 

Esses sistemas possuem ferramentas que facilitam a gestão do empresário, que ao registrar as movimentações de sua empresa, tem todo o controle financeiro e operacional de sua instituição. E, além disso, as informações que são pertinentes ao setor contábil, ficam disponíveis para o acesso do contador.  

 

Assim, a empresa economiza o tempo que destina a separar documentos e tem o retorno mais rápido do escritório contábil.

 

Quais são os benefícios?

 

Os benefícios de optar pela contabilidade digital são inúmeros, listamos alguns deles no texto: 6 benefícios da contabilidade digital.

 

Entre as principais vantagens está que a empresa ganha tempo, consegue focar mais nos resultados e ainda tem o contador como consultor de seu negócio.

 

Como ficam as obrigações acessórias?

 

Com as informações destinadas ao contador, ele consegue cumprir as obrigações acessórias e enviar mais rapidamente para a empresa as guias e documentos.

 

Como escolher uma contabilidade digital?

 

Ao procurar uma contabilidade digital para sua empresa, analise como os serviços serão prestados, qual será o apoio e benefícios que o escritório contábil proporciona para a sua empresa.

 

Também é necessário dar atenção as ferramentas que o escritório utiliza e no impacto que elas proporcionam para a rotina de sua empresa. Lembre-se, toda ferramenta há o esforço da implantação e após essa fase, ela impacta positivamente nas tarefas diárias.

 

Nessa fase da implantação das ferramentas é preciso do total apoio da empresa prestadora dos serviços contábeis, assim garantirá que todo o processo será feito da forma correta.

 

Como é feito o trabalho de contabilidade digital pela GSi?

 

A GSi Brasil trabalha com ferramentas que aproximam o escritório dos clientes. Atuando com sistemas ERP e também com ferramentas de integração entre o sistema de gestão utilizado pela empresa e o escritório.

 

Unindo tecnologia com experiência, a GSi Brasil trabalha pela rentabilidade e crescimento saudável de seus clientes.